Dinamarca

Ilhas Faroé (Ilhas Féroe)

Foto: @ilhan1077

Ilhas Faroé (também conhecidas como Ilhas Féroe) são uma região autônoma da Dinamarca e ficam localizadas no Atlântico Norte, entre a Escócia e a Islândia.

Foto: sidetrackedtravelblog.com

O arquipélago é formado por 18 ilhas, mas nem todas são habitadas. A capital, Tórshavn, está localizada na maior ilha – Streymoy- e possui uma população de 16.000 habitantes. Já a ilha de Streymoy possui aproximadamente 21.000 habitantes, representando 40% do total do arquipélago, que é de pouco mais de 50.000 habitantes.

A capital Tórshavn
Foto: Neurobit/Istock

Apesar de pertencerem à Dinamarca, a maioria de seus habitantes descende de escoceses e noruegueses. Em seu longo período de existência, que remonta ao ano de 600, já foram colonizadas e dominadas por diversas nações, como noruegueses, dinamarqueses, islandeses e ingleses. Em 1814 a região foi reconhecida como possessão dinamarquesa.

Vila de Tjørnuvík
Foto: Pinterest

Autônomas desde 1948, as Ilhas Faroé possuem um Alto Comissariado que representa a rainha da Dinamarca, um Parlamento unicameral e um primeiro-ministro. Possuem também uma língua própria, assim como moeda local, pareada com a coroa dinamarquesa.

Foto: Pinterest

Com recursos vegetais escassos, 96% a 98% de suas exportações deriva da pesca. Nas ilhas também é comum a criação de ovelhas, que dão nome ao arquipélago, já que Féroe, na língua local, significa “Ilha das ovelhas”. São tantas ovelhas que sua quantidade ultrapassa o número de habitantes (há quem diga que o número de ovelhas é o dobro do número de habitantes).

Festival Ólavsøka
Foto: torshavn.fo

No final de julho acontece o festival Ólavsøka, principal festival de verão e dedicado a homenagear São Olavo. A festa dura alguns dias e mistura comemorações culturais e desportivas, com apresentações de dança e música, além de competições de corrida de barcos e jogos de futebol.

Parlamento
Foto: Pinterest

No verão são também comuns as caças a baleias. Apesar de a atividade ir contra o direito dos animais e receber denúncias de muitas ONGs, os habitantes consideram-na uma importante parte da história e da cultura da ilha e, por ser uma prática muito antiga e comum na região, continua sendo realizada.

Igrejinha da vila de Saksun
Foto: internet

Até aproximadamente 5 anos atrás as ilhas costumavam receber apenas 20 mil turistas por ano mas, após o sucesso de suas lindas e intocadas paisagens em redes sociais como o Pinterest e o Instagram, este número subiu para mais de 110 mil. O crescimento do número de turistas foi tão grande e rápido que no ano de 2019 as ilhas interromperam o fluxo de turistas por um final de semana para realizar limpeza e manutenção dos atrativos turísticos.

Foto: mengfors/pixabay

Para passear entre as ilhas é possível alugar um carro ou comprar passeios de um dia. O transporte público na capital é grátis. Há também subsídio do governo para o uso de helicópteros, muito comuns na região, o que faz com que o preço da viagem seja muito mais barato do que o habitual, possibilitando apreciar esse maravilhoso cenário do alto.

Porto de Tórshavn
Foto: afar.com

Tórshavn

Um dos principais atrativos do local é passear pelas estreitas vias da capital, se perdendo entre casinhas coloridas que disputam a atenção com bucólicas paisagens. A cidade também é sede do Føroya Løgting, mais antigo Parlamento do mundo, com mais de mil anos de atividade.

Gasadalur
Foto: Pinterest

Cachoeira Mulafossur em Gasadalur

Localizada na ilha de Vágar, Gasadalur é um pequeno vilarejo que possui o provavelmente mais conhecido cartão postal das Ilhas Faroé, a Cachoeira Mulafossur. Não é de se estranhar a fama do local, já que, ao ver a foto, é difícil de acreditar que exista uma pequena vila, no alto de um penhasco, com uma cachoeira despencando no mar. Antigamente o local era bem remoto, já que para alcançá-lo era necessário percorrer mais de 4 quilômetros de trilhas. Hoje, há um túnel para facilitar o acesso, que pode ser feito de carro em aproximadamente 10 minutos, saindo do aeroporto.

Lago Leitisvatn
Foto: internet

Lago Leitisvatn ou Sorvagsvatn

Em formato de S, este lago está localizado entre 2 vilas e, dependendo de onde você estiver, seu nome muda. Para moradores da vila de Miovágur, o lago é conhecido como Leitisvatn. Já para os moradores da vila de Sorvagsvatn, este é conhecido como lago Sorvagsvatn. Independentemente do nome, o lago possui uma característica muito interessante, que é a de estar localizado no topo de penhascos e, dependendo do ângulo em que é observado, dá a sensação de estar muito acima dos 30 metros que o separam do mar. Este maravilhoso cenário também está localizado na ilha de Vágar, a mesma em que está localizado o aeroporto.

Vilarejo de Funningur
Foto: Istock

Vilarejo de Funningur

Localizado a 1 hora de carro da capital, esse é o mais antigo vilarejo das ilhas. Em seu entorno está a trilha Hvíthamar, muito popular entre os turistas por oferecer uma excelente vista do fiorde Funningsfjørður e das montanhas ao redor.

Vilarejo de Tjørnuvík
Foto: Pinterest

Vilarejo de Tjørnuvík

Localizada a 52 quilômetros da capital, esta pequena vila possui pouco mais de 50 habitantes e é possível chegar até lá de ônibus. um dos locais mais visitados do arquipélago, costuma receber surfistas durante o verão. Há uma trilha pública para caminhadas entre Tjørnuvík e Saksun. A caminhada leva três horas e pode ser feita o ano todo, sem nenhum custo.

Farol em Mykines
Foto: Istock

Mykines

Com apenas 20 habitantes, esse local é perfeito para quem gosta de apreciar paisagens intocadas e a vida selvagem. Entre penhascos, casinhas coloridas e um pequeno e fotogênico farol, há trilhas em que é possível apreciar a vista e observar mais de 20 espécies de aves marinhas que costumam aparecer por lá. O acesso pode ser feito por helicóptero ou balsa.

Vilarejo de Saksun
Foto: Agnees de Pelerinage

Vilarejo de Saksun

Outro famoso cartão postal das Ilhas Faroé é o vilarejo de Saksun. Lá, ao contrário das tradicionais casinhas coloridas, há construções bem mais rústicas e antigas a beira da lagoa. Complementando o cenário e contrastando com o verde e o azul, há uma pequena igreja, pintada de branco. A pequena vila de menos de 10 habitantes dica a 45 minutos de carro da capital e a estrada pode ser um pouco perigosa, já que passa por montanhas íngremes.

Aurora Boreal em Klaksvík
Foto: cntraveler.com

Aurora Boreal

As Ilhas Faroé são uma ótima opção para quem deseja ver a aurora boreal. O melhor período para visualização é de setembro a março ou abril. Alguns bons pontos são as aldeias de Gjógv, no extremo norte de Eysturoy, e Klaksvík, em Borðoy.

Foto: internet

Curiosidades:

  • Durante a II Guerra Mundial as Ilhas Faroé foram ocupadas pelas tropas britânicas enquanto a Dinamarca foi invadida pela Alemanha. A ocupação se deu de forma amigável e teve como objetivo evitar que os nazistas possuíssem uma base militar no Atlântico Norte. Em 1945 os ingleses partiram deixando para trás 170 soldados que se casaram no arquipélago.
  • O aeroporto de Vágar foi construído pelos ingleses durante a ocupação.
  • Hoje em dia há um déficit de gênero nas ilhas. São aproximadamente 2 mil mulheres a menos do que os homens. Por esse motivo, muitos moradores do arquipélago buscam esposas em outros países.
  • Em 1946 houve um referendo que aprovou a independência das Ilhas Faroé. Porém, 2 dias depois, ela foi anulada pela Dinamarca.
  • Nenhum ponto das ilhas está a mais de 5 quilômetros do mar.
  • Apesar de estar localizada no extremo norte do globo, na capital não se registram temperaturas médias negativas. A média costuma variar entre 0,3º C em janeiro e 11,1º C em agosto.
  • As casas costumam ter grama nos telhados. Dizem que ajuda a manter a temperatura agradável durante o inverno, fresca durante o verão, além de absorver a água da chuva, muito comum durante todo o ano. Para aparar a grama são colocadas ovelhas sobre o telhado.
  • Além dos telhados, a grama também está presente em todas as ilhas. As árvores são itens raros por lá.
Foto: internet

Como chegar?

De avião: A melhor maneira de chegar ao arquipélago é de avião. A única companhia aérea que possui vôos é a Atlantic Airways e o único aeroporto da região fica na ilha de Válgar.

De navio: Após as ilhas se tornarem um famoso destino na internet, é possível chegar até lá em cruzeiros oferecidos por algumas empresas.

Foto: Tom Glancz
Hvíthamar
Foto: divulgação

Das 18 ilhas apenas 1 não possui habitantes. Cada uma possui suas belezas e particularidades. Para mais informações a respeito de atrativos não mencionados acima, acesse os links abaixo.

Fontes:

Wikipédia

Viajali

Álbum de viagens

ZAP

Cntraveler

annees-de-pelerinage.com

Costa Cruzeiros

Grécia

Paros

Foto: @alisonrichard

Famosa na Antiguidade Clássica pelo mármore que exportava, Paros é uma ilha grega localizada no Mar Egeu. Seu mármore era tão famoso que a famosa Vênus de Milo, hoje exposta no Museu do Louvre, foi esculpida nele.

Naoussa
Foto: Pinterest

Com 196 quilômetros quadrados e aproximadamente 13 mil habitantes, é uma das maiores ilhas da Grécia. Com todo o charme das irmãs mais famosas – porém muito mais calma – é uma ótima opção de hospedagem para quem quer fugir das badaladas Santorini e Mykonos. Há quem diga que Paros é como Mykonos há 20 anos, sem a multidão de turistas e sem os preços inflacionados.

Lefkes
Foto: Postcardsbyhanna.com

Com casinhas brancas, igrejas com cúpulas azuis e MUITAS flores que se espalham por entre suas vielas, a ilha possui também como atrativo muitas praias com águas cristalinas e várias opções para a prática de esportes.

Parikia
Foto: thewanderbug.com

Parikia

Também conhecida como Paros Town, é a capital da ilha e sua principal vila. Lá você poderá encontrar muitos cafés, restaurantes e lojas de souvenir.

Porto de Naoussa
Foto: travel-monkey.com

Naoussa

Trata-se de uma tradicional e pitoresca ilha de pescadores com muitas praias de águas cristalinas. É o local preferido por muitos para se hospedar, pois não possui a agitação diurna de Parikia, mas a noite é bem agitada, o que torna a vila em um dos locais mais caros da ilha. Não deixe de experimentar a culinária local, a base de frutos do mar.

Lefkes

Antiga capital de Paros, fica na parte mais alta e montanhosa da ilha. Casinhas brancas com portas e janelas azuis te aguardam por lá. por se tratar de uma vila mais distante ( 10 quilômetros de Parikia), as lojas de lembrancinhas costumam ser mais baratas do que na capital. É também uma boa opção para provar a tradicional comida grega.

Marpissa
Foto: @delafuentecam

Marpissa

Nessa vila as casinhas continuam brancas, mas as portas e janelas ganham outros tons de azul, assim como verdes e rosas, dando ainda mais charme ao local. Por lá você também encontrará moinhos gregos.

Paros Park
Foto: Arne Thielenhaus

Paros Park

É um parque de 80 hectares em que é possível caminhar por 3 diferentes trilhas demarcadas. Todo o percurso pode ser feito em 2 horas e após a caminha é possível se refrescar em alguma das praias próximas.

Panayia Ekatontapyliany
Foto: voyagetips.com

Panayia Ekatontapyliany (ou Igreja das 100 portas)

É o monumento mais famoso da época bizantina (século IV) na ilha, e também de grande importância para a Grécia. A igreja foi construída por Helena, mãe do imperador romano Constantino, e a entrada é grátis.

Golden Beach
Foto: packingmysuitcase.com

Praia de Chrissi Akti (ou Golden Beach)

Localizada a 22 quilômetros ao sul de Parikia, é uma das mais famosas praias de Paros. É conhecida como Golden Beach pela tonalidade dourada apresentada por sua areia, quando reflete a luz do sol. Considerada uma das mais bonitas praias da ilha, todo mês de Agosto recebe o Campeonato Mundial de Windsurf.

Naoussa
Foto: travel-monkey.com

Curiosidades:

  • A melhor época para visitar a ilha é entre os meses de Maio e Outubro. Nos outros meses pode ser que muitas lojas estejam fechadas.
  • O conjunto de ilhas onde Paros se encontra é conhecido como Ilhas Cíclades.
  • Entre os meses de Julho e Setembro pode ventar bastante, o que pode baixar a temperatura e pegar turistas desprevenidos.
  • Algumas vilas costumam ser um pouco distantes e, para quem não tem a intenção de alugar carro, há a possibilidade de se locomover por meio de ônibus.
  • A ilha de Antiparos fica de frente para a ilha de Paros. Vale a pena a visita, já que o tempo de balsa é de apenas 30 minutos.
Porto de Naoussa
Foto: olympicholidays.com

Como chegar?

De balsa: é a opção mais utilizada e pode ter como ponto de partida Atenas ou alguma das ilhas vizinhas.

Avião: o aeroporto fica a 11 quilômetros de Parikia e, para chegar até lá há opções de transportes saindo da capital. O transporte de passageiros que chegam à ilha também é feito até Parikia e, de lá os turistas se encaminham para as outras vilas.

Para mais informações a respeito de transporte:

Lefkes
Foto: roamandthrive.com
Água cristalina da praia de Boudari
Foto: packingmysuitcase.com
Praia em Naoussa
Foto: stayclosetravelfar.com
Itália

Burano

Foto: Pinterest

Conhecida como a ilha mais colorida da Itália, Burano é uma pequena vila de pescadores que fica a 7 km de Veneza. Não possui muitos monumentos ou grandes atrações turísticas, o charme desse local, que possui menos de 5.000 habitantes, é passear pelas ruas e apreciar as casinhas pitorescas.

Foto: tudosobreveneza.com

Não se sabe ao certo o motivo de cada casa ser pintada de uma cor, mas acredita-se que havia muitos nevoeiros no local e, quando os pescadores voltavam do mar, tinham certa dificuldade de encontrarem suas casas, optando assim por pintá-las de cores vibrantes para facilitar a localização.

Foto: Pinterest

A ilha é também conhecida pela fabricação de rendas, chamadas de merletto. Dizem que após visitar o local, Leonardo da Vinci levou uma peça de renda para enfeitar o altar da Catedral de Milão, e a partir de então, a renda de Burano passou a ser conhecida e exportada para toda a Europa.

Foto: City Wonders

A ilha é bem pequena e pode ser visitada no mesmo dia de outras ilhas famosas bem próximas, como Murano e Torcello. O passeio pode ser feito por um bate e volta saindo de Veneza, já que o trajedo é feito em aproximadamente 45 minutos. Para chegar basta pegar o vaporetti (barco) LN que sai da Fondamenta Nuove.

Foto: My little adventure

Além das casas que já valem a visita, a ilha também possui como atrativos passeios de barco, restaurantes de frutos do mar e a Chiesa di San Martino, igreja cuja torre é mais inclinada do que a Torre de Pisa. Também famosos são os biscoitos caseiros, sendo o bussola buranello o mais conhecido.

Foto: theworldisabook.com
Biscoitos de Burano
Foto: sumfinity.com
Chiesa di San Martino
Itália

Trento ( Trentino-Alto Ádige)

Conhecida mundialmente por ter sido sede, em meados do século 16, do Concílio de Trento (resposta da Igreja Católica à Reforma Protestante), Trento é uma pequena província ao norte da Itália.

Foto: rakaposhi

Localizada no vale Trentino-Alto Adige, é circundada por uma cadeia de montanhas Dolomitas, onde se iniciam os Alpes.

Trento – Castello del Buonconsiglio
Foto: Iggi Falcon

De origem romana, passou a ser governada, a partir do século IV, por bispos católicos, que se mantiveram no poder até o início do século XIX. Permaneceu durante anos sob o domínio francês, até que, com a queda de Napoleão foi, em 1814, entregue à Austria. Os italianos só a recuperaram em 1918, no final da Primeira Guerra Mundial.

Igreja São Francisco Savério
Foto: blog.hostelite.com

Politicamente, a Província Autônoma de Trento encontra-se unida à Província Autônoma de Bolzano (Bozen), sendo hoje oficialmente chamadas Região Trentino-Alto Adige. Juntas, são a porção meridional do antigo Tirol do Sul, unido ao Tirol austríaco. Sua principal característica é que a língua do Trentino é historicamente a italiana, enquanto a das demais regiões ao redor é a alemã. Como herança do período em que pertenciam à Áustria ficou o gosto por strudel de maçã e cerveja, ambos podem ser encontrados facilmente na cidade.

Foto: Foto di Spalle (via Pinterest)

O Trentino é hoje uma das regiões europeias com maior fluxo turístico, por causa de suas paisagens montanhosas e de suas cidades e castelos históricos. Nomeada em 2004 como cidade alpina do ano, Trento oferece aos visitantes não apenas uma paisagem de cair o queixo, mas também uma arquitetura que mistura o estilo renascentista com o medieval. 

Foto: bautisterias (via Pinterest)

Atrações turísticas:
Piazza del Duomo – Essa praça é o centro histórico da cidade. Nela fica o Palazzo Pretorio, construção típica da Baixa Idade Média (século XIII) e a Fonte de Netuno.

Castello del Buon Consiglio – O castelo fortificado medieval foi, durante vários séculos, residência dos bispos-príncipes de Trento e impressiona por seu tamanho. Faz parte de boa parte da história da cidade, tendo sediado, por exemplo, muitas sessões do Concílio de Trento. Hoje ali funciona o MuseoProvinciale.

Foto: il Turista

Muitos vinhedos e oliveiras podem ser vistos por toda a região.

A melhor época é de final de maio a começo de setembro, quando faz menos frio.

Foto: busca no Google

Curiosidades:

  • Nos cinemas de Trento todos os filmes são dublados em italiano, e nas sessões se faz um intervalo na metade do filme. 
  • O horário comercial é de 8:30 às 12h e de 15 às 19h.
Alemanha

Bamberg (Baviera)

Foto: Pinterest
Altes Rathaus – Antiga Prefeitura

Declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1993, essa pequena vila de pouco mais de 70.000 habitantes é destino certo para quem gosta de história, e principalmente para quem gosta de cervejas artesanais.

Foto: Mariana Gabellini

A cidade possui 10 cervejarias, sendo a cerveja defumada (em alemão Rauchbier) a mais famosa, produzida pelas cervejarias Brauerei Schlenkerla e Brauerei Spezial.

Foto: Pinterest

Bamberg faz parte da região cervejeira Francônia (Bierfranken), que com mais de 300 cervejarias, tem a maior densidade de cervejarias por número de habitantes do mundo.

Foto: Ostseetroll

A cerveja “Aecht Schlenkerla Rauchbier” é a mais conhecida não só na região da Francônia, mas também por um público internacional. A taverna tradicional Schlenkerla (desde 1405), sediada no Centro Histórico, é uma importante instituição na cidade.

Foto: John Bragg

Para quem não gosta de cerveja, as ruas e construções em estilo medieval também valem o passeio. São vários os pontos turísticos que remetem a uma viagem no tempo, como por exemplo:

  • Catedral Imperial de Bamberg (Kaiserdom), com a sepultura do papa Clemente II e a sepultura do imperador Henrique II e sua esposa;
  • Residência Antiga da Corte (Alte Hofhaltung), onde foi filmado “Os três mosqueteiros”;
  • Pequena Veneza (Klein-Venedig), antigo bairro de pescadores de Bamberg ao longo do Rio Regnitz;
  • Castelo de Altenburg (1109), antiga residência episcopal de 1305 a 1553.
Foto: Pinterest
Catedral Imperial

Bamberg fica próxima à Rota Romântica, circuito turístico mais famoso da Alemanha. Com um pequeno desvio de rota é possível visitar a cidade em apenas um dia. 

Foto: Pinterest
Alte Hofhaltung – Residência Antiga da Corte

Como a cidade é pequena, em apenas um dia é possível conhecer tudo. São comuns visitas de bate e volta saindo de Munique (230 km), Frankfurt (211 km) ou de Nuremberg (60 km).

Foto: Pinterest
Neue Residenz – Residência Nova
Caribe

Santa Lucia

Foto: michaelj1

Santa Lucia, ou “Saint Lútia” – como na pronúncia local, é uma pequena ilha pertencente às Antilhas, no Caribe. Seu território possui 158 quilômetros de costa, numa região vulcânica e montanhosa.

Foto: Lala Rebelo

A ilha possui uma das paisagens símbolo do Caribe – as Montanhas Piton (Gros Piton e Petit Piton), que em 2004 foram declaradas Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, e seu entorno se tornou uma Área de Gestão Ambiental.

Petit Piton

Com águas cristalinas, o local é perfeito para esportes aquáticos, tanto sobre as águas, quanto no fundo do mar. Lá é possível alugar desde jet skis a barcos.

Foto: google

A ilha é conhecida mundialmente como um perfeito destino romântico, e isso se deve, em grante parte, pelas charmosas e românticas instalações de seus hotéis e resorts. É também ponto de parada obrigatória para cruzeiros que passam pelo Caribe.

Foto: google

Apesar de a maior parte de seus habitantes (de um total de pouco mais de 160.000) ser descendente de africanos, o que se vê na região é uma mistura de heranças francesas e britânicas, já que a ilha foi colonizada por essas duas nações. O idioma oficial é o inglês, mas o francês também é falado. Sua independência chegou em 1979, sendo atualmente parte do Commonwealth.

Baía Marigot
Foto: henning

Santa Lucia é um destino que é agradável durante todo o ano, porém, na alta temporada – entre os meses de dezembro e maio, o que não é agradável são os preços cobrados pelos hotéis e restaurantes. :o)

Resot Le Sport
Foto:jimg944

Curiosidades:

  • brasileiros podem ficar até 6 semanas sem visto.
  • a ilha possui uma especiaria, o ketchup de banana, fabricado com banana, vinagre, especiarias e alho.
  • não está na rota dos furacões.
  • ótimo destino para ver baleias e tartarugas marinhas.
Itália

Cinque Terre

Foto: Andrew Phelps

Localizada em um acidentado trecho de terra na Riviera Ligure – Vernazza, Monterosso, Riomagiore e os distritos de Corniglia e Manarola formam a região conhecida como Cinque Terre (ou Cinco Terras), a noroeste da Itália.

Declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, em 1997, Cinque Terre ganhou, 2 anos depois, a criação do Parque Nacional de Cinque Terrre, com o objetivo de preservar os terraços e muros criados por seus primeiros colonos para cultivar a terra.

Foto: Kerouac88    

Não é possível transitar de carro, mas há uma linha férrea que leva às 5 vilas. Por seu relevo peculiar, a melhor maneira de desbravar esse charmoso lugar é a pé.É importante lembrar deste detalhe na hora de decidir onde ficará hospedado e na hora de fazer as malas, uma vez que você terá que carregar as malas pela cidade   🙂

Foto: erriche

Por falar em hospedagem, vale ressaltar que os preços dos hotéis locais podem ser bem salgados, dependendo da época do ano. Mas para quem não se importa com luxo, é possível se hospedar no Albergue local, ou em diversos Bed & Breakfast presentes nas vilas.

Foto: Christopher Schoenbohm        

Cinque Terre também se destaca na gastronomia, já que a região é famosa pelo delicioso molho pesto – resultado da mistura de manjericão, alho e sal, azeite de oliva e castanhas de caju.

Foto: Boccalupo

Já no que diz respeito ao vinho, essas vilas não negam as raízes italianas, e as uvas cultivadas no local são utilizadas na fabricação do raro e famoso vinho Sciachetrá (tinto e doce)A região também é produtora do vinho Cinque Terre (branco).

Com um pouquinho de planejamento é possível visitar as 5 vilas em apenas um dia. É preciso pegar o trem em La Spezia, onde é possível estacionar o carro, e de lá partir de trem para os cinco vilarejos, que podem ser percorridos a pé. Mas se deseja uma interação maior com o local, vale à pena reservar pelo menos dois dias.

Alemanha

Garmisch-Partenkirchen (Baviera)

Foto: Brad Hays

Escondida nas montanhas da Alemanha, essa pequena vila de pouco mais de 25 mil habitantes era inicialmente 2 vilas, que foram obrigadas a se unir em 1935 para sediar os Jogos Olímpicos de Inverno de 1936, tornando-se então um charmoso destino de inverno.

Foto: Stefan Gerzoskovitz

Localizada a 90 km de Munique, lá se encontra Zugspitze, a montanha mais alta da Alemanha, com 2.962 metros de altura. Com 7 meses de neve por ano, o local é perfeito para praticar esportes de inverno.

Foto: Walter Storto

Para quem não gosta de frio, uma ótima opção é visitar a cidade no verão. São diversas trilhas com paisagens de tirar o fôlego, estradinhas que convidam a dar um passeio de bicicleta, ou até mesmo o centrinho, que merece uma bela apreciada. Há diversos cafés, lojinhas e restaurantes na área conhecida como Füßgängerzone, uma palavra em alemão que significa área para pedestres.

Foto: Fritz Mader

No topo da montanha há diversos pontos de observação onde é possível ver muitas montanhas e lagos. Lá também se encontram dois restaurantes, SonnAlpin e Gipfelalm, além de lojas de souvenir.

Foto: autor desconhecido

Para quem gosta de festa a época certa para visitar o local é o meio do ano. Cada uma das duas partes da vila possui sua própria festa, Festwoche, sendo a de Garmisch na última semana de julho e a de Partenkirchen na primeira semana de agosto. Durante esse período as pessoas se fantasiam para celebrar suas tradições com muita dança, música, comidas e cerveja.

Foto: Michael Dailey

Para chegar a esse paraíso é possível ir de carro ou de trem. A viagem saindo de Munique leva em média 1 hora de carro ou 1:25 de trem. Há trens saindo de hora em hora.

Foto: autor desconhecido

As duas partes da cidade, Garmisch e Partenkirchen ficam separadas por uma estação de trem e um rio e, apesar de terem sido unidas, cada parte conserva suas peculiaridades. Partenkirchen é a mais velha entre elas e possui características mais clássicas e é mais calma. Já Garmisch possui uma noite mais agitada com barzinhos e restaurantes mais modernos.

Foto: Viator
Zugspitze

Garmisch-Partenkirchen faz parte da Rota dos Alpes, que é a rora de férias mais antiga visitada pelos alemães. Além de paisagens naturais de tirar o fôlego, nessa rota também existem vários castelos e cidades bucólicas que parecem saídas de filmes antigos. Além de GP, são também cidades da Rota Lindau, Füssen, Oberammergau, Mittenwald, Bad Tölz, Tegernsee, Berchtesgaden e Schönau am Königssee.

Foto: Nicole

Para amantes do inverno ou do verão, para quem gosta de locais charmosos e calmos ou para quem gosta de noites agitadas, Garmisch-Partenkirchen com certeza vale a visita.