Dinamarca

Ilhas Faroé (Ilhas Féroe)

Foto: @ilhan1077

Ilhas Faroé (também conhecidas como Ilhas Féroe) são uma região autônoma da Dinamarca e ficam localizadas no Atlântico Norte, entre a Escócia e a Islândia.

Foto: sidetrackedtravelblog.com

O arquipélago é formado por 18 ilhas, mas nem todas são habitadas. A capital, Tórshavn, está localizada na maior ilha – Streymoy- e possui uma população de 16.000 habitantes. Já a ilha de Streymoy possui aproximadamente 21.000 habitantes, representando 40% do total do arquipélago, que é de pouco mais de 50.000 habitantes.

A capital Tórshavn
Foto: Neurobit/Istock

Apesar de pertencerem à Dinamarca, a maioria de seus habitantes descende de escoceses e noruegueses. Em seu longo período de existência, que remonta ao ano de 600, já foram colonizadas e dominadas por diversas nações, como noruegueses, dinamarqueses, islandeses e ingleses. Em 1814 a região foi reconhecida como possessão dinamarquesa.

Vila de Tjørnuvík
Foto: Pinterest

Autônomas desde 1948, as Ilhas Faroé possuem um Alto Comissariado que representa a rainha da Dinamarca, um Parlamento unicameral e um primeiro-ministro. Possuem também uma língua própria, assim como moeda local, pareada com a coroa dinamarquesa.

Foto: Pinterest

Com recursos vegetais escassos, 96% a 98% de suas exportações deriva da pesca. Nas ilhas também é comum a criação de ovelhas, que dão nome ao arquipélago, já que Féroe, na língua local, significa “Ilha das ovelhas”. São tantas ovelhas que sua quantidade ultrapassa o número de habitantes (há quem diga que o número de ovelhas é o dobro do número de habitantes).

Festival Ólavsøka
Foto: torshavn.fo

No final de julho acontece o festival Ólavsøka, principal festival de verão e dedicado a homenagear São Olavo. A festa dura alguns dias e mistura comemorações culturais e desportivas, com apresentações de dança e música, além de competições de corrida de barcos e jogos de futebol.

Parlamento
Foto: Pinterest

No verão são também comuns as caças a baleias. Apesar de a atividade ir contra o direito dos animais e receber denúncias de muitas ONGs, os habitantes consideram-na uma importante parte da história e da cultura da ilha e, por ser uma prática muito antiga e comum na região, continua sendo realizada.

Igrejinha da vila de Saksun
Foto: internet

Até aproximadamente 5 anos atrás as ilhas costumavam receber apenas 20 mil turistas por ano mas, após o sucesso de suas lindas e intocadas paisagens em redes sociais como o Pinterest e o Instagram, este número subiu para mais de 110 mil. O crescimento do número de turistas foi tão grande e rápido que no ano de 2019 as ilhas interromperam o fluxo de turistas por um final de semana para realizar limpeza e manutenção dos atrativos turísticos.

Foto: mengfors/pixabay

Para passear entre as ilhas é possível alugar um carro ou comprar passeios de um dia. O transporte público na capital é grátis. Há também subsídio do governo para o uso de helicópteros, muito comuns na região, o que faz com que o preço da viagem seja muito mais barato do que o habitual, possibilitando apreciar esse maravilhoso cenário do alto.

Porto de Tórshavn
Foto: afar.com

Tórshavn

Um dos principais atrativos do local é passear pelas estreitas vias da capital, se perdendo entre casinhas coloridas que disputam a atenção com bucólicas paisagens. A cidade também é sede do Føroya Løgting, mais antigo Parlamento do mundo, com mais de mil anos de atividade.

Gasadalur
Foto: Pinterest

Cachoeira Mulafossur em Gasadalur

Localizada na ilha de Vágar, Gasadalur é um pequeno vilarejo que possui o provavelmente mais conhecido cartão postal das Ilhas Faroé, a Cachoeira Mulafossur. Não é de se estranhar a fama do local, já que, ao ver a foto, é difícil de acreditar que exista uma pequena vila, no alto de um penhasco, com uma cachoeira despencando no mar. Antigamente o local era bem remoto, já que para alcançá-lo era necessário percorrer mais de 4 quilômetros de trilhas. Hoje, há um túnel para facilitar o acesso, que pode ser feito de carro em aproximadamente 10 minutos, saindo do aeroporto.

Lago Leitisvatn
Foto: internet

Lago Leitisvatn ou Sorvagsvatn

Em formato de S, este lago está localizado entre 2 vilas e, dependendo de onde você estiver, seu nome muda. Para moradores da vila de Miovágur, o lago é conhecido como Leitisvatn. Já para os moradores da vila de Sorvagsvatn, este é conhecido como lago Sorvagsvatn. Independentemente do nome, o lago possui uma característica muito interessante, que é a de estar localizado no topo de penhascos e, dependendo do ângulo em que é observado, dá a sensação de estar muito acima dos 30 metros que o separam do mar. Este maravilhoso cenário também está localizado na ilha de Vágar, a mesma em que está localizado o aeroporto.

Vilarejo de Funningur
Foto: Istock

Vilarejo de Funningur

Localizado a 1 hora de carro da capital, esse é o mais antigo vilarejo das ilhas. Em seu entorno está a trilha Hvíthamar, muito popular entre os turistas por oferecer uma excelente vista do fiorde Funningsfjørður e das montanhas ao redor.

Vilarejo de Tjørnuvík
Foto: Pinterest

Vilarejo de Tjørnuvík

Localizada a 52 quilômetros da capital, esta pequena vila possui pouco mais de 50 habitantes e é possível chegar até lá de ônibus. um dos locais mais visitados do arquipélago, costuma receber surfistas durante o verão. Há uma trilha pública para caminhadas entre Tjørnuvík e Saksun. A caminhada leva três horas e pode ser feita o ano todo, sem nenhum custo.

Farol em Mykines
Foto: Istock

Mykines

Com apenas 20 habitantes, esse local é perfeito para quem gosta de apreciar paisagens intocadas e a vida selvagem. Entre penhascos, casinhas coloridas e um pequeno e fotogênico farol, há trilhas em que é possível apreciar a vista e observar mais de 20 espécies de aves marinhas que costumam aparecer por lá. O acesso pode ser feito por helicóptero ou balsa.

Vilarejo de Saksun
Foto: Agnees de Pelerinage

Vilarejo de Saksun

Outro famoso cartão postal das Ilhas Faroé é o vilarejo de Saksun. Lá, ao contrário das tradicionais casinhas coloridas, há construções bem mais rústicas e antigas a beira da lagoa. Complementando o cenário e contrastando com o verde e o azul, há uma pequena igreja, pintada de branco. A pequena vila de menos de 10 habitantes dica a 45 minutos de carro da capital e a estrada pode ser um pouco perigosa, já que passa por montanhas íngremes.

Aurora Boreal em Klaksvík
Foto: cntraveler.com

Aurora Boreal

As Ilhas Faroé são uma ótima opção para quem deseja ver a aurora boreal. O melhor período para visualização é de setembro a março ou abril. Alguns bons pontos são as aldeias de Gjógv, no extremo norte de Eysturoy, e Klaksvík, em Borðoy.

Foto: internet

Curiosidades:

  • Durante a II Guerra Mundial as Ilhas Faroé foram ocupadas pelas tropas britânicas enquanto a Dinamarca foi invadida pela Alemanha. A ocupação se deu de forma amigável e teve como objetivo evitar que os nazistas possuíssem uma base militar no Atlântico Norte. Em 1945 os ingleses partiram deixando para trás 170 soldados que se casaram no arquipélago.
  • O aeroporto de Vágar foi construído pelos ingleses durante a ocupação.
  • Hoje em dia há um déficit de gênero nas ilhas. São aproximadamente 2 mil mulheres a menos do que os homens. Por esse motivo, muitos moradores do arquipélago buscam esposas em outros países.
  • Em 1946 houve um referendo que aprovou a independência das Ilhas Faroé. Porém, 2 dias depois, ela foi anulada pela Dinamarca.
  • Nenhum ponto das ilhas está a mais de 5 quilômetros do mar.
  • Apesar de estar localizada no extremo norte do globo, na capital não se registram temperaturas médias negativas. A média costuma variar entre 0,3º C em janeiro e 11,1º C em agosto.
  • As casas costumam ter grama nos telhados. Dizem que ajuda a manter a temperatura agradável durante o inverno, fresca durante o verão, além de absorver a água da chuva, muito comum durante todo o ano. Para aparar a grama são colocadas ovelhas sobre o telhado.
  • Além dos telhados, a grama também está presente em todas as ilhas. As árvores são itens raros por lá.
Foto: internet

Como chegar?

De avião: A melhor maneira de chegar ao arquipélago é de avião. A única companhia aérea que possui vôos é a Atlantic Airways e o único aeroporto da região fica na ilha de Válgar.

De navio: Após as ilhas se tornarem um famoso destino na internet, é possível chegar até lá em cruzeiros oferecidos por algumas empresas.

Foto: Tom Glancz
Hvíthamar
Foto: divulgação

Das 18 ilhas apenas 1 não possui habitantes. Cada uma possui suas belezas e particularidades. Para mais informações a respeito de atrativos não mencionados acima, acesse os links abaixo.

Fontes:

Wikipédia

Viajali

Álbum de viagens

ZAP

Cntraveler

annees-de-pelerinage.com

Costa Cruzeiros

Grécia

Paros

Foto: @alisonrichard

Famosa na Antiguidade Clássica pelo mármore que exportava, Paros é uma ilha grega localizada no Mar Egeu. Seu mármore era tão famoso que a famosa Vênus de Milo, hoje exposta no Museu do Louvre, foi esculpida nele.

Naoussa
Foto: Pinterest

Com 196 quilômetros quadrados e aproximadamente 13 mil habitantes, é uma das maiores ilhas da Grécia. Com todo o charme das irmãs mais famosas – porém muito mais calma – é uma ótima opção de hospedagem para quem quer fugir das badaladas Santorini e Mykonos. Há quem diga que Paros é como Mykonos há 20 anos, sem a multidão de turistas e sem os preços inflacionados.

Lefkes
Foto: Postcardsbyhanna.com

Com casinhas brancas, igrejas com cúpulas azuis e MUITAS flores que se espalham por entre suas vielas, a ilha possui também como atrativo muitas praias com águas cristalinas e várias opções para a prática de esportes.

Parikia
Foto: thewanderbug.com

Parikia

Também conhecida como Paros Town, é a capital da ilha e sua principal vila. Lá você poderá encontrar muitos cafés, restaurantes e lojas de souvenir.

Porto de Naoussa
Foto: travel-monkey.com

Naoussa

Trata-se de uma tradicional e pitoresca ilha de pescadores com muitas praias de águas cristalinas. É o local preferido por muitos para se hospedar, pois não possui a agitação diurna de Parikia, mas a noite é bem agitada, o que torna a vila em um dos locais mais caros da ilha. Não deixe de experimentar a culinária local, a base de frutos do mar.

Lefkes

Antiga capital de Paros, fica na parte mais alta e montanhosa da ilha. Casinhas brancas com portas e janelas azuis te aguardam por lá. por se tratar de uma vila mais distante ( 10 quilômetros de Parikia), as lojas de lembrancinhas costumam ser mais baratas do que na capital. É também uma boa opção para provar a tradicional comida grega.

Marpissa
Foto: @delafuentecam

Marpissa

Nessa vila as casinhas continuam brancas, mas as portas e janelas ganham outros tons de azul, assim como verdes e rosas, dando ainda mais charme ao local. Por lá você também encontrará moinhos gregos.

Paros Park
Foto: Arne Thielenhaus

Paros Park

É um parque de 80 hectares em que é possível caminhar por 3 diferentes trilhas demarcadas. Todo o percurso pode ser feito em 2 horas e após a caminha é possível se refrescar em alguma das praias próximas.

Panayia Ekatontapyliany
Foto: voyagetips.com

Panayia Ekatontapyliany (ou Igreja das 100 portas)

É o monumento mais famoso da época bizantina (século IV) na ilha, e também de grande importância para a Grécia. A igreja foi construída por Helena, mãe do imperador romano Constantino, e a entrada é grátis.

Golden Beach
Foto: packingmysuitcase.com

Praia de Chrissi Akti (ou Golden Beach)

Localizada a 22 quilômetros ao sul de Parikia, é uma das mais famosas praias de Paros. É conhecida como Golden Beach pela tonalidade dourada apresentada por sua areia, quando reflete a luz do sol. Considerada uma das mais bonitas praias da ilha, todo mês de Agosto recebe o Campeonato Mundial de Windsurf.

Naoussa
Foto: travel-monkey.com

Curiosidades:

  • A melhor época para visitar a ilha é entre os meses de Maio e Outubro. Nos outros meses pode ser que muitas lojas estejam fechadas.
  • O conjunto de ilhas onde Paros se encontra é conhecido como Ilhas Cíclades.
  • Entre os meses de Julho e Setembro pode ventar bastante, o que pode baixar a temperatura e pegar turistas desprevenidos.
  • Algumas vilas costumam ser um pouco distantes e, para quem não tem a intenção de alugar carro, há a possibilidade de se locomover por meio de ônibus.
  • A ilha de Antiparos fica de frente para a ilha de Paros. Vale a pena a visita, já que o tempo de balsa é de apenas 30 minutos.
Porto de Naoussa
Foto: olympicholidays.com

Como chegar?

De balsa: é a opção mais utilizada e pode ter como ponto de partida Atenas ou alguma das ilhas vizinhas.

Avião: o aeroporto fica a 11 quilômetros de Parikia e, para chegar até lá há opções de transportes saindo da capital. O transporte de passageiros que chegam à ilha também é feito até Parikia e, de lá os turistas se encaminham para as outras vilas.

Para mais informações a respeito de transporte:

Lefkes
Foto: roamandthrive.com
Água cristalina da praia de Boudari
Foto: packingmysuitcase.com
Praia em Naoussa
Foto: stayclosetravelfar.com
Suíça

Brienz

Foto: Pinterest

Brienz é uma cidadezinha (comuna) localizada no estado (cantão) de Berna, na Suíça. Com apenas 48 quilômetros quadrados e pouco mais de 3 mil habitantes, é um destino turístico ainda pouco conhecido. Fica bem próxima à cidade de Interlaken – a mais famosa cidade dos alpes suíços. Brienz fica em uma extremidade do lago Brienz, enquanto Interlaken fica na outra extremidade.

Foto: Glenn Van Der Knijff /Lonely Planet

Apesar de ainda não ter sido descoberta pela maioria dos turistas, sua beleza não passa despercebida, sendo o local bastante procurando para a realização de casamentos. Além de charmosas casinhas que parecem saídas de um conto de fadas, a cor azul turquesa do lago Brienz é de tirar o fôlego.

Com quase 30 quilômetros quadrados e profundidade máxima de 260 metros, o lago Brienz é alimentado, entre outros, por neve e gelo provenientes dos alpes próximos. A deposição de gelo glacial no fundo do lago torna impraticável a prática de esportes como mergulho e natação, já que a temperatura da água não é nada convidativa. No entanto, esse mesmo fenômeno modifica sua cor ao longo do dia e do ano, presenteando assim nossos olhos com cores que variam entre água cristalina, azul turquesa e verde esmeralda.

Foto: David Birri/myswitzeland.com
Cachoeira de Giessbach com Grand Hotel Giessbach e lago Brienz ao fundo

Giessbach

Outro lindo local que também parece ter saído de um conto de fadas é a cachoeira de Giessbach, que fica em frente ao Grand Hotel Giessbach. O hotel foi construído entre 1873 e 1874 e, durante muito tempo, foi frequentado pela alta sociedade mundial, como imperadores, reis, estadistas, diplomatas e artistas.

Foto: giessbach.ch/
Grand Hotel Giessbach

A cachoeira Giessbach possui 500 metros de altura e suas águas alimentam o lago Brienz. Para chegar até lá é possível ir de carro ou contratar um passeio de barco, em que é preciso desembarcar na estação Giessbach e de lá subir até a cachoeira. A subida pode ser feita por trilha ou pelo funicular ( a subida dura 4 minutos e custa 8 francos para ir e 8 francos para voltar).

Foto: adventure-hostel.com
Brunngasse

Brunngasse

A parte mais romântica de Brienz é, provavelmente, a Brunngasse, que já foi premiada com o título de “rua mais bonita da Europa”. De fama internacional, a maioria de suas casas data do século XVIII e é decorada com esculturas em madeira e muitas, mas MUITAS flores.

Foto: Roger Coll
Detalhe da Brunngasse
Foto: adventure-hostel.com
Brienzer Rothorn

Brienzer Rothorn

É uma montanha da região, de onde é possível ter uma vista espetacular. Mas não só pela vista vale a pena fazer esse passeio. Tanto a paisagem durante todo o percurso de trem, quanto o próprio trem a vapor em si, já valem a visita. A montanha possui 2.300 metros de altitude e de lá de cima é possível avistar cerca de 693 picos.

Do alto, a vista dos Alpes Berneses, do Lago Brienz e da região de Grimsel é fascinante, assim como de Pilatos e Hogant. Os restaurantes no cume e a hospedaria de montanha Rothorn Kulm, com quartos recém-reformados, garantem uma estadia memorável, com amanhecer e pôr-do-sol espetaculares.

Foto: Monique BIanchi / Blog Me Joguei no Mundo
Vista do restaurante no topo da montanha
Foto: swissvistas.com
Casas em Ballenberg

Ballenberg

O que em 1978 começou com 16 edifícios tipicamente suíços é, hoje em dia, uma ampla exibição com cerca de 100 edifícios habitacionais e comerciais provenientes de toda a Suíça, numa área de 66 hectares: o Museu ao Ar Livre de Ballenberg. Desde a década de 1970, casas antigas, estábulos, padarias e celeiros já não são mais demolidos quando substituídos por prédios modernos. Em vez disso, os edifícios são desmontados, pedra por pedra, e reconstruídos por lá. São casas históricas, com suas cozinhas, quartos e salas de estar originais, que ilustram a vida cotidiana rural da Suíça.

Foto: Clarissa Donda/Dondeando por aí
Quarto de família rica em Ballenberg

O museu funciona entre abril e outubro e, além das casas, o cenário ganha vida graças ao cultivo original e autêntico de plantas úteis, às mais de 250 espécies de gado da região e ao trabalho dos artesãos e agricultores com suas ferramentas tradicionais. As exibições temáticas e os eventos especiais complementam a oferta em termos de cultura e de tradições. Além disso, o museu é interativo, permitindo ao turista entrar e transitar pelas construções.

Foto: giessbach.ch/
Grand Hotel Giessbach

Curiosidades

  • O estacionamento da cachoeira de Giessbach é pago e custa 5 francos suíços. Ao separar o dinheiro para o estacionamento, certifique-se de possuir moeda de 5 francos, pois as máquinas não aceitam outros valores.
  • O funicular de madeira que vai até a cachoeira de Giessbach é considerado o mais antigo funicular de uso exclusivamente turístico da Europa. Ele se encontra em funcionamento desde 1879.
  • Brienz, que também é conhecida como a “vila das esculturas”, tem uma longa tradição em processamento de madeira e, até hoje, abriga uma escola para escultura e fabricação de violinos.
  • Na Brunngasse, a maioria das casas tem em sua fachada o registro da data em que foram construídas e, quando é o caso, a data da reforma.
  • O trem a vapor que vai à Brienzer Rothorn está em funcionamento desde 1892, demora cerca de 1 hora até o cume, e quem possui o Swiss Travel Pass tem 50% de desconto. Funciona entre junho e outubro e sai de hora em hora. A viagem é gratuita no trem a vapor no dia do aniversário do passageiro.
  • A entrada no museu Ballenberg está incluída no Swiss Travel Pass.
Foto: Pinterest
Cachoeira de Giessbach com lago Brienz ao fundo

Como chegar?

De carro:

  • Saindo de Berna, são 77 quilômetros e a viagem dura em média 1 hora.
  • Saindo de Zurique, são 103 quilômetros e a viagem dura quase 1 hora e meia.
  • Já a partir de Interlaken, são apenas 17 quilômetros.

De trem:

  • Saindo de Berna, a duração da viagem é de 1 hora e 20 minutos, com parada em Interlaken.
  • Saindo de Zurique, a duração é de aproximadamente 2 horas e meia, com parada em Lucerna.

Avião:

  • O aeroporto mais próximo está na cidade de Interlaken.
Foto: Pinterest

Para mais informações

myswitzerland.com

Blog Me joguei no mundo – Cachoeira Giessbach

Blog Me joguei no mundo – Brienzer Rothorn

Blog Dondeando por aí – Ballenberg (post muito completo, vale a pena!)

Blog Viajento (informações sobre o Swiss Travel Pass)

Noruega

Bergen

Foto: wikiway

Com aproximadamente 250.000 habitantes, Bergen, ou Berga (historicamente Bjørgvin), é a segunda maior cidade da Noruega. Considerada a cidade mais bela do país, está cercada por sete montanhas – conhecidas como syv fjell – o que lhe confere uma bela paisagem, mas também altos índices de precipitação, já que as montanhas servem como barreira natural para as nuvens (chove quase todos os dias).

Foto: Hugo Medeiros

Fundada em 1070 pelo rei Olaf III, Bergen sempre foi uma cidade próspera, devido principalmente à sua posição geográfica, o que a transformou em importante centro comercial. Foi capital da Noruega até 1299, quando foi substituída por Oslo, mas até a década de 1830 continuou a ser a maior cidade norueguesa. Hoje é um dos principais centros de petróleo e gás offshore na Noruega.

Foto: Mommyshorts.com

Entre 1350 e 1750 pertenceu à Liga Hanseática ( uma aliança de cidades mercantis – alemãs ou de influência alemã – que estabeleceu e manteve um monopólio comercial sobre quase todo o norte da Europa e Báltico entre o fim da Idade Média e início da Idade Moderna). Formalmente, a Hansa durou até 1669, mas o escritório em Bergen finalmente foi fechado em 1764 – e a última casa alemã foi vendida para uma família norueguesa.

Foto: Bergen Tourist Board
Bryggen

Principal atrativo turístico da cidade, a área conhecida como Bryggen, no centro da cidade, relembra os tempos em que Bergen pertenceu à Liga Hanseática. Bryggen (cais em norueguês) é uma sequência de casas de madeira hoje ocupadas por restaurantes, cafés, lojas de souvenir e alguns museus. Por trás das fachadas luminosas de dezesseis casas medievais, há um labirinto real de dependências que antes serviam como armazéns. Desde 1979 a região é reconhecida como Patrimônio Mundial Cultural da UNESCO.

Foto: Bergen Tourist Board
Gamle Bergen

Por ter a maioria de suas casas construídas com madeira, a cidade sofreu com vários incêndios ao longo de sua existência. Atualmente, apenas 1/4 das construções não foram reconstruídas após algum dos incêndios.

Foto: Nina Aldin Thune
Museu Hanseático

Museu Hanseático

O Museu Hansa (1872) foi inaugurado no antigo escritório hanseático de Finnegarden e é um excelente exemplo de arquitetura e vida do início do período hanseático. As instalações do museu são escuras e apertadas, com pequenas janelas e lembram um porão de navio. De particular interesse é a coleção de selos de cidades hanseáticas com símbolos de navios da época.

Foto: Per Molvik
Museu Bryggen

Museu Bryggen

No Museu Bryggen (Museu Bryggens) encontram-se os achados arqueológicos de Bergen no período medieval. Lá estão muitas peças que foram achadas durante anos de escavações.

Foto: Thinkstock
Vista do Monte Fløyen

Monte Fløyen

De lá é possível ter uma vista privilegiada de toda a cidade. A subida pode ser feita utilizando o funicular (saídas a cada 30 minutos), ou até mesmo pode ser feita a pé (3 km).

Foto: Terje Rakke – visitbergen.com

Fisktorget (Mercado de Peixe)

O Mercado de Peixe é um local frequentado tando por locais quanto por turistas. Perdendo apenas para a China, a Noruega é a segunda maior exportadora de peixes do mundo. No Mercado de Peixes é possível degustar diversos pratos típicos, principalmente a carne de baleia.

Foto: Torbjørn Wilhelmsen
Gamble Bergen

Gamle Bergen (ou a Velha Bergen)

A Velha Bergen é um museu a céu aberto onde é possível vivenciar como era a vida por ali no século XIX. São aproximadamente 50 casas de madeira dos séculos XVIII, XIX e XX que foram dispostas por lá para compor o cenário. O museu é interativo, lá é possível espiar pelas janelas, abrir portas e caminhar pelo interior das casas. Há atores vestidos com roupas de época simulando como era a vida na comunidade naquela época. Para chegar até lá basta pegar um ônibus na frente dos armazéns coloridos de Bryggen e descer no ponto chamado Nyhavnsveien.

Foto: Tove Breistein

Porta de entrada para os Fiordes

Bergen oferece uma ótima oportunidade para quem deseja conhecer um fiorde, que é uma grande entrada de mar entre altas montanhas rochosas (a Noruega é o país que mais possui fiordes). Os fiordes do entorno, principalmente Hardangerfjorden e Sognefjorden, apresentam lindas paisagens salpicadas com propriedades rurais, campos floridos e penhascos verticais mergulhando nas águas geladas. Muitos barcos partem diariamente rumo aos fiordes (verificar disponibilidade a partir de setembro).

Foto: www.best-served.co.uk/
Sognefjorden

Curiosidade

Reza a lenda, que os Trolls eram pequenas criaturas estranhas que viviam nas montanhas e nos mares, no norte da Noruega. Eram semelhantes aos humanos, mas tinham cabelos desgrenhados, rabo, apenas quatro dedos e um narigão enorme. Só era possível encontrá-los à noite, pois eles não suportavam a luz. Caso não regressassem aos seus esconderijos antes do amanhecer viravam pedra. Eles eram dotados de poderes especiais e podiam se transformar em lindas mulheres. Quando enfurecidos tinham uma cólera que não conhecia limites. Para agradá-los os camponeses ofereciam pratos de comida, especialmente, na noite de Natal. Até os dias de hoje, dizem que é preciso estar de bem com os Trolls para não correr o risco de se deparar com sua fúria. Afinal, muitas das montanhas noruegueses formadas por rochas talvez sejam Trolls que não conseguiram romper a luz do dia e viraram pedra. (Fonte: Claudia Liechavicius – www.viajarpelomundo.com/ )

Foto: Claudia Liechavicius
Troll

Como chegar?

De avião:
  • O principal local de desembarque é o Aeroporto Internacional de Bergen, que encontra-se a cerca de 17 quilômetros do centro da cidade.
  • O ônibus do aeroporto oferece várias saídas com destino ao centro da cidade e cobre o trajeto em cerca de 30 a 40 minutos. Os ônibus saem a cada 15 minutos entre 6h e 23h, com horários mais esparsos nos demais horários. Também há a opção de ir até a cidade de taxi.
De trem:
  • A viagem de trem entre Bergen e Oslo foi reconhecida por muitos como a mais bela viagem de trem do mundo.
  • O trem com destino a Oslo conta com vários embarques diários e a viagem, que atravessa as montanhas, tem duração aproximada de 7-8 horas.
De ônibus:
  • Bergen é centro regional para a rede de transporte rodoviário.
  • Muitos ônibus expressos, com origem em várias partes da Noruega, oferecem linhas com destino à Bergen.
De barco:
  • A empresa Fjord Line opera balsas a partir de Hirtshals, na Dinamarca.
  • Barcos velozes e modernos cruzam a costa e adentram os fiordes.
  • Bergen é o ancoradouro final do navio Hurtigruten, A Viagem Costeira da Noruega, e o navio embarca todas as noites em sua jornada de 11 dias rumo norte.
Foto: Elias Dahlen
Interior de Bryggen
França

Menton

Foto: Pinterest

Com pouco mais de 14 quilômetros quadrados e menos de 30 mil habitantes, Menton é uma pequena cidade localizada no departamento dos Alpes Marítimos, na região de Provence-Alpes-Côte D’Azur.

A cidade foi fundada pelos ligures (povo do norte da Itália), que também fundaram Mônaco e outras regiões próximas. Pertenceu à Mônaco entre 1346 e 1848, depois à Sardenha (Itália) e, após um referendo, se tornou parte da França em 1860.

Foto: Pinterest

Conhecida como “a Pérola da França”, Menton passa muitas vezes despercebida por ser muito mais pacata do que as vizinhas Mônaco, Cannes e Nice, sem falar das vizinhas da Riviera Italiana (é a última cidade na fronteira com a Itália).

Com um microclima que consegue ser ainda melhor do que o clima do Mediterrâneo, a cidade é considerada um dos locais mais ensolarados da França, com 316 dias de sol por ano. Esse calor agradável não só atrai turistas, como favorece o cultivo de frutas e flores. Em suas ruas é possível ver várias árvores tropicais, como palmeiras, bananeiras e limoeiros. O clima médio é de 11 graus no inverno e 25 graus no verão.

Foto: Pinterest

O principal produto cultivado em Menton é o limão e, graças ao clima, é produzido o ano inteiro, tornando-se portanto, um de seus símbolos, já que se trata da única região de França em que são produzidos. No mês de fevereiro acontece a Fête du Citron (Festa do Limão), mais de 15 dias de festa em que a cidade recebe mais de 200 mil visitantes. Para mais informações sobre a festa clique aqui.

Foto: francetoday.com
Festa do Limão
Foto: fete-du-citron.com

Por toda a cidade, os jardins notáveis ​​e os edifícios Belle Epoque nos lembram que Menton, um paraíso mediterrâneo, também era um popular resort à beira-mar para os ricos turistas do norte e do leste da Europa. Dizem que ao conhecer a Riviera Francesa, a rainha Vitória escolheu Menton para se hospedar, tornando o local bastante conhecido pela nobreza de então.

Foto: Pinterest

A cidade é um bom destino para ser visitado em 1 dia. Além da praia, é possível passear pelas ruas coloridas da cidade velha, encontrar villas Belle Epoque pelo meio do caminho, passar pelos diversos jardins, visitar o porto, ou sentar-se em um dos inúmeros restaurantes para apreciar a vista ou a rotina local.

Foto: vacansoleil.nl

Curiosidade:

A cidade está intimamente relacionada a Jean Cocteau, um poeta, romancista, cineasta, designer, dramaturgo e ator francês que era apaixonado por Menton e passou longas temporadas por lá. Além de um museu em sua homenagem, a cidade possui inúmeras obras e locais que fazem referência ao artista.

Frases famosas de Jean Cocteau:

  • “Não sabendo que era impossível, foi lá e fez.”
  • “Uma garrafa de vinho meio vazia também está meio cheia, mas uma meia mentira não será nunca uma meia verdade.”
  • “Se eu prefiro os gatos aos cães, é porque não existem gatos policiais.”
Foto: @the_essencialist_

Como chegar?

A cidade de Menton é a última parada de trem na glamourosa Côte d’Azur antes de você chegar à Itália, fica a cerca de 30 km de Nice, onde há o aeroporto mais próximo.

De trem: o transporte de trem entre Nice e Menton dura entre 28 e 40 minutos e há vários trens por dia.

De carro: é possível alugar um carro em Nice e seguir pela via A8 até a saída 59 para Menton. A viagem dura em média 40 minutos.

Barco: há o Porto Municipal, que fica ao lado do centro, e o Porto Garavan (maior), a menos de 1 km de distância.

Foto: thewanderinglens.com

França

Colmar

Foto: Viator

Localizada no nordeste da França, Colmar fica na Alsácia, que junto com a Lorena formam uma região extremamente disputada pela Alemanha e pela França. Inicialmente pertencente ao Sacro Império Romano-Germânico, foi tomada por Luís XIV da França depois da Paz de Vestfália (em 1648), mas devolvida pela França à Alemanha recém-unificada, conforme o Tratado de Frankfurt (1871), que encerrou a Guerra Franco-Prussiana. Após a Primeira Guerra Mundial, foi retomada pela França, nos termos do Tratado de Versalhes (1919). Já na Segunda Guerra Mundial, foi anexada pelo Terceiro Reich alemão em 1940, mas retomada pelas França após o fim do conflito (1945).

Foto: iStock

Com pouco mais de 70.000 habitantes, Colmar mais parece uma vila saída de um conto de fadas, não é a toa que serviu de inspiração para o filme A Bela e a Fera. Andando pelo centro histórico é possível apreciar tanto a influência francesa quanto a alemã. Além das casas em estilo enxaimel, que já são um charme por si só, muitas construções são pintadas de diversas cores, e por todos os lados há enfeites de flores.

Foto: Jan Wlodarczyk

Por ser cortada por canais, a cidade possui o apelido de Pequena Veneza (Petit Venise), o que torna o cenário ainda mais encantador com pequenas pontes e passeios de barco disponíveis.

Foto: TripAdvisor

Como tudo que é bom ainda pode melhorar, Colmar faz parte da Rota do Vinho da Alsácia. Estabelecida em 1953, essa rota é uma das mais antigas da França, começando em Marlhenheim, que fica ao norte de Estraburgo, até a cidade de Than. São aproximadamente 170 km em que é possível visitar 70 cidades produtoras de vinho, cada uma com seu charme. No verão é muito comum ver turistas percorrendo parte da Rota de bicicleta. A parte mais famosa do caminho é de Estrasburgo à Colmar, passando pelas cidades de Riquewihr, Ribeauvillé, Obernai, Dambach-la-Ville, Neuf Breisach, Vieux Breisach, Kayserberg, Bergheim, Éguisheim e Barrm.

A cidade possui alguns museus, igrejas e prédios históricos, mas o maior charme é se perder pelas ruas encantadoras.

Foto: dani.tur.br

Curiosidades:

  • Dizem que as casas coloridas de Colmar eram pintadas de acordo com a profissão do morador.
  • Muitos pontos de comércio possuem placas divertidas que indicam qual é a atividade realizada no local, como restaurantes, açougue, etc.
  • Na entrada da cidade há uma réplica da Estátua da Liberdade em homenagem a Frédéric Auguste Bartholdi, um artista local que foi quem a criou.
  • O mercado de natal de Colmar está entre os melhores mercados de natal da Europa.
Foto: AP
Mercado de Natal de Colmar

Colmar e Estrasburgo são as principais cidades para servirem de base na região, mas como é uma cidade relativamente pequena, Colmar pode ser visitada em uma visita de bate e volta tanto saindo da França quanto da Suíça.

Como chegar?

A maior parte dos viajantes chega a Colmar vindo de Estrasburgo, que é a capital da Alsácia. Logo, para quem tem interesse de chegar de trem, ônibus ou avião provavelmente passará por lá.

De carro:

  • Saindo de Estrasburgo (65 km)
  • Paris a Estrasburgo (500 km)
  • Saindo de Lucerna (162 km) ou Zurique (148 km) – Suíça – aproximadamente 2h
  • Saindo de Basileia – Suíça (65 km) – aproximadamente 1h

De ônibus:

  • Paris a Estrasburgo (em média 6:30 h)
  • Estrasburgo a Colmar (1h)
  • Basileia (Suíça) a Colmar (1:30 h) – Flixbus

De trem:

  • Estrasburgo a Colmar (30 minutos). A estação fica a 15 minutos de caminhada do centro.
  • De Paris a Estrasburgo há trens de alta velocidade, que gastam em média 1:30, e os trens mais lentos que gastam até 6:30.
  • Basileia a Colmar (45 minutos) – SNCF

Noruega

Trondheim (Sør-Trøndelag)

Foto: Siouz

Fundada em 997 pelo rei Olav Tryggvason, Trondheim é uma pequena cidade norueguesa com pouco menos de 200.000 habitantes espalhados em 342 km². Apesar de pequena, é a terceira maior cidade da Noruega, e foi sua primeira capital, entre os anos de 1030 e 1217.

Foto: K_ribou

O nome original da cidade, Nidaros (que significa foz do rio Nid), foi dado pelo rei Olav, mas depois a cidade começou a ser chamada de Kaupang i Trondheim, e finalmente Trondheim. Devido a questões relacionadas à língua e ao nacionalismo, diversas cidades norueguesas trocaram seus nomes entre os anos de 1925 e 1930, e com Trondheim não foi diferente. Uma lei definiu que a cidade deveria voltar a se chamar Nidaros, reafirmando a ligação da cidade com o seu passado glorioso, mas através de um referendo, a população se mostrou contra essa mudança e 1 ano depois o nome Trondheim foi restabelecido. 

Situada junto ao fiorde Trondheim, a cidade é cercada por belas colinas arborizadas e é também cortada pelo rio Nidelva. Foi e ainda é um local de peregrinação popular, centro eclesiástico, e cidade onde os novos reis da Noruega recebem suas bênçãos.

Foto: janoscar

Apesar de estar localizada bem ao norte do globo, durante o inverno a cidade é afetada pela Corrente do Golfo, o que geralmente aquece o ar ao longo da costa, tendo como resultado quedas de neve moderadas, e fazendo com que a cidade seja um ótimo destino turístico durante todo o ano.

Foto: heartmybackpack.com

No solstício de inverno, o sol nasce às 10:00 e fica muito abaixo da linha do horizonte, se pondo às 14:30. O que parece estranho para nós, pode ser também muito divertido e bonito, já que os moradores iluminam tudo com velas e luzinhas. Em dezembro é montada uma grande árvore na praça central, iluminando todas as lojas ao redor.

Foto: fredolsencruises.com

No solstício de verão, o sol nasce às 3:00 e se põe às 23:40, e com a claridade que dura praticamente o dia todo, fica bem mais fácil conhecer as praias e caminhar pela cidade e seus arredores.

Foto: ttnotes.com
Residência Real

Construída originalmente em 1774, a residência real possui 140 salas que constituem 4.000 metros quadrados, sendo, possivelmente, o maior edifício de madeira do norte da Europa, e tem sido usado por membros da realeza e seus hóspedes desde 1800.

Foto: Lucio José Martínez González
Catedral de Nidaros

Mais importante local de peregrinação do norte da Europa durante a Idade Média, a Catedral de Nidaros, construída a partir de 1070, é o mais importante monumento gótico da Noruega. Durante a Idade Média e após a independência, a catedral sempre foi a igreja de coroação dos reis noruegueses, mas a partir de 1957 a coroação foi substituída pela consagração, e em 1991, ali foram consagrados o atual rei, Harald V, e a rainha Sonja.

Foto: heartmybackpack.com

A cidade sofreu vários incêndios em sua história, e como a maioria de suas construções era de madeira, a maioria dos incêndios causou enormes danos. Em 1651, o fogo destruiu 90% da cidade, e o incêndio de 1681 levou a uma quase total reconstrução da cidade, quando foram criadas ruas largas e retas para impedir novos incêndios de grandes proporções.

Foto: Jelena Safronova
Vizinhança de Bakklandet

Dominado por pequenas casas de madeira e ruas estreitas, Bakklandet é um bairro localizado no lado leste do rio, e está entre as principais atrações turísticas da cidade. Em 1965 havia um plano rodoviário que propôs que a área fosse demolida para dar lugar a uma auto-estrada de quatro pistas, mas o plano não foi recebido muito bem pelos moradores e no início de 1980 foi arquivado. Ainda bem né!

Como chegar?

De trem: são quatro viagens diárias são feitas entre Oslo e Trondheim na linha Dovre. A viagem dura cerca de sete horas. Também é possível chegar facilmente a Trondheim a partir de outras cidades norueguesas.

De ônibus: Há ônibus saindo em vários horários de Oslo e outras grandes cidades para Trondheim. O tempo de viagem de Oslo a Trondheim é de oito horas.

De carro: A rodovia norueguesa norte-sul E6 passa por Trondheim e a rodovia costeira E39 vai até Klett, que fica 10 quilômetros ao sul da cidade.

De barco: Um barco da Hurtigruten que faz um cruzeiro pela costa norueguesa para diariamente em Trondheim, tanto quando segue para o sul quanto para o norte.

De avião: O aeroporto de Trondheim, Værnes, recebe voos nacionais e internacionais. A partir do aeroporto, é possível pegar um ônibus expresso ou um trem para o centro da cidade. O aeroporto está localizado a 33 km da cidade.

Foto: Aziz Nasuti

Bélgica

La Roche-en-Ardenne (Luxemburgo)

Foto: Wipolo.com

La Roche-en-Ardenne é um pequeno município da região da Valonia (Wallonia), província de Luxemburgo, na Bélgica. A pequena cidade possui pouco mais de 4.000 habitantes e tem como principal ponto turístico as ruínas de um castelo feudal, o Château Féodal de La Roche-en-Ardenne.

Foto: TripAdvisor

Cercada por florestas, vales e campos agrícolas, La Roche, como é conhecida, é um local perfeito tanto para quem busca descansar quanto para quem busca aventura. Caminhar por trilhas, canoagem e montain bike são algumas das atividades mais procuradas na região.

Foto: Guy Peeters

A pequena cidade recebe muitos turistas e possui alguns eventos que ocorrem ao longo do ano. Nos meses de julho e agosto é possível assistir ao show de som e luzes ao pé do castelo. O show acontece todos os dias às 10 da noite e conta a história de Berthe, cujo pai era o lorde no século X. Esperando encontrar para ela um bom marido, o pai organizou um torneio em que o homem que ela amava foi morto. Inconsolável por ter que se casar com o vencedor, Berthe foi encontrada morta na manhã seguinte ao casamento e acredita-se que seu espírito vaga pelo castelo até hoje.

Fogos no Catelo
Foto: la-roche-en-ardenne.be

Em Agosto há o Final de Semana Medieval no castelo, evento em que artesãos, cavaleiros, trovadores e damas irão levar os turistas de volta no tempo.

Foto: la-roche-en-ardenne.be

Já em Setembro, há o Festival da Sopa. Basta comprar uma tigela para, durante 2 dias, poder provar qualquer uma das sopas oferecidas.

Foto: Pinterest

Para os amantes da gastronomia, há muitas opções para provar. Além do Festival da Sopa, são famosos os biscoitos de Monsieur Danloy, a cerveja (The Féodale Blond) e o conhaque (The Purnalet) locais. Também famoso é o presunto da região de Ardenne, possuindo inclusive indicação geográfica protegida.

Foto: trover.com

Como chegar?

  • Para quem vai de carro, saindo de Bruxelas, pegar a N4 (entre 1:30 e 2:00 horas de viagem).
  • Para quem sai de Liège, pegar a E25 (52 minutos).

Estações de trens mais próximas:

  • Melreux train station (19km)
  • Marloie train station (25km)

Aeroportos mais próximos:

  • Liège Airport (80 km)
  • Brussels Airport (129 km)
  • Brussels South Charleroi Airport (102 km)

Foto: ww2 nation
Itália

Burano

Foto: Pinterest

Conhecida como a ilha mais colorida da Itália, Burano é uma pequena vila de pescadores que fica a 7 km de Veneza. Não possui muitos monumentos ou grandes atrações turísticas, o charme desse local, que possui menos de 5.000 habitantes, é passear pelas ruas e apreciar as casinhas pitorescas.

Foto: tudosobreveneza.com

Não se sabe ao certo o motivo de cada casa ser pintada de uma cor, mas acredita-se que havia muitos nevoeiros no local e, quando os pescadores voltavam do mar, tinham certa dificuldade de encontrarem suas casas, optando assim por pintá-las de cores vibrantes para facilitar a localização.

Foto: Pinterest

A ilha é também conhecida pela fabricação de rendas, chamadas de merletto. Dizem que após visitar o local, Leonardo da Vinci levou uma peça de renda para enfeitar o altar da Catedral de Milão, e a partir de então, a renda de Burano passou a ser conhecida e exportada para toda a Europa.

Foto: City Wonders

A ilha é bem pequena e pode ser visitada no mesmo dia de outras ilhas famosas bem próximas, como Murano e Torcello. O passeio pode ser feito por um bate e volta saindo de Veneza, já que o trajedo é feito em aproximadamente 45 minutos. Para chegar basta pegar o vaporetti (barco) LN que sai da Fondamenta Nuove.

Foto: My little adventure

Além das casas que já valem a visita, a ilha também possui como atrativos passeios de barco, restaurantes de frutos do mar e a Chiesa di San Martino, igreja cuja torre é mais inclinada do que a Torre de Pisa. Também famosos são os biscoitos caseiros, sendo o bussola buranello o mais conhecido.

Foto: theworldisabook.com
Biscoitos de Burano
Foto: sumfinity.com
Chiesa di San Martino
Áustria

Maria Wörth

Foto: Jasmine

Localizada no estado de Caríntia, na Áustria, Maria Wörth é um pequeno distrito situado ao sul do lago Wörthersee. Com apenas 1.500 habitantes, o local é constituído por quatro diferentes cidadezinhas – Maria Wörth, Reifnitz, Dellach e Sekirn – chamadas “o coração do lago Worth.” 

Como o local se encontra em um terreno cercado por água, foi dado a ele o nome Wörth, que em alemão antigo significa “ilha”.

Foto: Georg Holzer

Muito frequentado por famílias, o local é famoso não só por sua paisagem natural, mas também pela limpeza e conservação ambiental, a água do lago é tão cristalina e limpa que é possível usá-la para beber.

Além de turistas interessados em turismo de natureza, a cidade recebe também muitos casais, porque com toda a sua paisagem natural e ruas floridas, é um lugar muito romântico. Foi ali que o compositor Gustav Mahler compôs quatro de suas sinfonias.

A Igréja gótica dos Santos Primus e Feliciana é um dos principais cartões postais de Maria Wörth. Ela fica no ponto mais alto da península, e é famosa por ser o local preferido de muitos noivos para se casarem.

Foto: Johann Jaritz
Foto: Kurt

Importante destino turístico da Áustria durante o verão, a cidade possui atrativos relacionados principalmente à água, como por exemplo: pesca, passeio de barco, vela, surf, windsurf, banana, entre outros. Fora da água é possível praticar parapente, e há trilhas para caminhadas, corridas e ciclismo. Também é possível jogar golfe ou simplesmente observar a fauna e flora locais.

Foto: Paul McClure
Foto: Nadja

Para quem gosta de frio, uma opção é visitar o local no inverno…

Foto: MAFW82

São várias as opções de hospedagem, tanto na península, quanto mais afastado, com diárias variando entre 30 euros (Pension Kitty) e 170 euros (Seehotel Porcia– site sem tradução, detalhes em português AQUI). São várias as opções de preços, vale à pena pesquisar no site Booking.com ou no site oficial, basta traduzir. 

Obs: entre maio e setembro os preços diminuem bastante.

Fotos acima e abaixo: Nadja

Além de passear, namorar e praticar esportes, a cidade também é perfeita para relaxar – já que possui centros de terapia e um spa; e para engordar com as deliciosas comidas típicas.

Foto: Matthias
Foto: herold1
Foto: Mathias L.