Dinamarca

Ilhas Faroé (Ilhas Féroe)

Foto: @ilhan1077

Ilhas Faroé (também conhecidas como Ilhas Féroe) são uma região autônoma da Dinamarca e ficam localizadas no Atlântico Norte, entre a Escócia e a Islândia.

Foto: sidetrackedtravelblog.com

O arquipélago é formado por 18 ilhas, mas nem todas são habitadas. A capital, Tórshavn, está localizada na maior ilha – Streymoy- e possui uma população de 16.000 habitantes. Já a ilha de Streymoy possui aproximadamente 21.000 habitantes, representando 40% do total do arquipélago, que é de pouco mais de 50.000 habitantes.

A capital Tórshavn
Foto: Neurobit/Istock

Apesar de pertencerem à Dinamarca, a maioria de seus habitantes descende de escoceses e noruegueses. Em seu longo período de existência, que remonta ao ano de 600, já foram colonizadas e dominadas por diversas nações, como noruegueses, dinamarqueses, islandeses e ingleses. Em 1814 a região foi reconhecida como possessão dinamarquesa.

Vila de Tjørnuvík
Foto: Pinterest

Autônomas desde 1948, as Ilhas Faroé possuem um Alto Comissariado que representa a rainha da Dinamarca, um Parlamento unicameral e um primeiro-ministro. Possuem também uma língua própria, assim como moeda local, pareada com a coroa dinamarquesa.

Foto: Pinterest

Com recursos vegetais escassos, 96% a 98% de suas exportações deriva da pesca. Nas ilhas também é comum a criação de ovelhas, que dão nome ao arquipélago, já que Féroe, na língua local, significa “Ilha das ovelhas”. São tantas ovelhas que sua quantidade ultrapassa o número de habitantes (há quem diga que o número de ovelhas é o dobro do número de habitantes).

Festival Ólavsøka
Foto: torshavn.fo

No final de julho acontece o festival Ólavsøka, principal festival de verão e dedicado a homenagear São Olavo. A festa dura alguns dias e mistura comemorações culturais e desportivas, com apresentações de dança e música, além de competições de corrida de barcos e jogos de futebol.

Parlamento
Foto: Pinterest

No verão são também comuns as caças a baleias. Apesar de a atividade ir contra o direito dos animais e receber denúncias de muitas ONGs, os habitantes consideram-na uma importante parte da história e da cultura da ilha e, por ser uma prática muito antiga e comum na região, continua sendo realizada.

Igrejinha da vila de Saksun
Foto: internet

Até aproximadamente 5 anos atrás as ilhas costumavam receber apenas 20 mil turistas por ano mas, após o sucesso de suas lindas e intocadas paisagens em redes sociais como o Pinterest e o Instagram, este número subiu para mais de 110 mil. O crescimento do número de turistas foi tão grande e rápido que no ano de 2019 as ilhas interromperam o fluxo de turistas por um final de semana para realizar limpeza e manutenção dos atrativos turísticos.

Foto: mengfors/pixabay

Para passear entre as ilhas é possível alugar um carro ou comprar passeios de um dia. O transporte público na capital é grátis. Há também subsídio do governo para o uso de helicópteros, muito comuns na região, o que faz com que o preço da viagem seja muito mais barato do que o habitual, possibilitando apreciar esse maravilhoso cenário do alto.

Porto de Tórshavn
Foto: afar.com

Tórshavn

Um dos principais atrativos do local é passear pelas estreitas vias da capital, se perdendo entre casinhas coloridas que disputam a atenção com bucólicas paisagens. A cidade também é sede do Føroya Løgting, mais antigo Parlamento do mundo, com mais de mil anos de atividade.

Gasadalur
Foto: Pinterest

Cachoeira Mulafossur em Gasadalur

Localizada na ilha de Vágar, Gasadalur é um pequeno vilarejo que possui o provavelmente mais conhecido cartão postal das Ilhas Faroé, a Cachoeira Mulafossur. Não é de se estranhar a fama do local, já que, ao ver a foto, é difícil de acreditar que exista uma pequena vila, no alto de um penhasco, com uma cachoeira despencando no mar. Antigamente o local era bem remoto, já que para alcançá-lo era necessário percorrer mais de 4 quilômetros de trilhas. Hoje, há um túnel para facilitar o acesso, que pode ser feito de carro em aproximadamente 10 minutos, saindo do aeroporto.

Lago Leitisvatn
Foto: internet

Lago Leitisvatn ou Sorvagsvatn

Em formato de S, este lago está localizado entre 2 vilas e, dependendo de onde você estiver, seu nome muda. Para moradores da vila de Miovágur, o lago é conhecido como Leitisvatn. Já para os moradores da vila de Sorvagsvatn, este é conhecido como lago Sorvagsvatn. Independentemente do nome, o lago possui uma característica muito interessante, que é a de estar localizado no topo de penhascos e, dependendo do ângulo em que é observado, dá a sensação de estar muito acima dos 30 metros que o separam do mar. Este maravilhoso cenário também está localizado na ilha de Vágar, a mesma em que está localizado o aeroporto.

Vilarejo de Funningur
Foto: Istock

Vilarejo de Funningur

Localizado a 1 hora de carro da capital, esse é o mais antigo vilarejo das ilhas. Em seu entorno está a trilha Hvíthamar, muito popular entre os turistas por oferecer uma excelente vista do fiorde Funningsfjørður e das montanhas ao redor.

Vilarejo de Tjørnuvík
Foto: Pinterest

Vilarejo de Tjørnuvík

Localizada a 52 quilômetros da capital, esta pequena vila possui pouco mais de 50 habitantes e é possível chegar até lá de ônibus. um dos locais mais visitados do arquipélago, costuma receber surfistas durante o verão. Há uma trilha pública para caminhadas entre Tjørnuvík e Saksun. A caminhada leva três horas e pode ser feita o ano todo, sem nenhum custo.

Farol em Mykines
Foto: Istock

Mykines

Com apenas 20 habitantes, esse local é perfeito para quem gosta de apreciar paisagens intocadas e a vida selvagem. Entre penhascos, casinhas coloridas e um pequeno e fotogênico farol, há trilhas em que é possível apreciar a vista e observar mais de 20 espécies de aves marinhas que costumam aparecer por lá. O acesso pode ser feito por helicóptero ou balsa.

Vilarejo de Saksun
Foto: Agnees de Pelerinage

Vilarejo de Saksun

Outro famoso cartão postal das Ilhas Faroé é o vilarejo de Saksun. Lá, ao contrário das tradicionais casinhas coloridas, há construções bem mais rústicas e antigas a beira da lagoa. Complementando o cenário e contrastando com o verde e o azul, há uma pequena igreja, pintada de branco. A pequena vila de menos de 10 habitantes dica a 45 minutos de carro da capital e a estrada pode ser um pouco perigosa, já que passa por montanhas íngremes.

Aurora Boreal em Klaksvík
Foto: cntraveler.com

Aurora Boreal

As Ilhas Faroé são uma ótima opção para quem deseja ver a aurora boreal. O melhor período para visualização é de setembro a março ou abril. Alguns bons pontos são as aldeias de Gjógv, no extremo norte de Eysturoy, e Klaksvík, em Borðoy.

Foto: internet

Curiosidades:

  • Durante a II Guerra Mundial as Ilhas Faroé foram ocupadas pelas tropas britânicas enquanto a Dinamarca foi invadida pela Alemanha. A ocupação se deu de forma amigável e teve como objetivo evitar que os nazistas possuíssem uma base militar no Atlântico Norte. Em 1945 os ingleses partiram deixando para trás 170 soldados que se casaram no arquipélago.
  • O aeroporto de Vágar foi construído pelos ingleses durante a ocupação.
  • Hoje em dia há um déficit de gênero nas ilhas. São aproximadamente 2 mil mulheres a menos do que os homens. Por esse motivo, muitos moradores do arquipélago buscam esposas em outros países.
  • Em 1946 houve um referendo que aprovou a independência das Ilhas Faroé. Porém, 2 dias depois, ela foi anulada pela Dinamarca.
  • Nenhum ponto das ilhas está a mais de 5 quilômetros do mar.
  • Apesar de estar localizada no extremo norte do globo, na capital não se registram temperaturas médias negativas. A média costuma variar entre 0,3º C em janeiro e 11,1º C em agosto.
  • As casas costumam ter grama nos telhados. Dizem que ajuda a manter a temperatura agradável durante o inverno, fresca durante o verão, além de absorver a água da chuva, muito comum durante todo o ano. Para aparar a grama são colocadas ovelhas sobre o telhado.
  • Além dos telhados, a grama também está presente em todas as ilhas. As árvores são itens raros por lá.
Foto: internet

Como chegar?

De avião: A melhor maneira de chegar ao arquipélago é de avião. A única companhia aérea que possui vôos é a Atlantic Airways e o único aeroporto da região fica na ilha de Válgar.

De navio: Após as ilhas se tornarem um famoso destino na internet, é possível chegar até lá em cruzeiros oferecidos por algumas empresas.

Foto: Tom Glancz
Hvíthamar
Foto: divulgação

Das 18 ilhas apenas 1 não possui habitantes. Cada uma possui suas belezas e particularidades. Para mais informações a respeito de atrativos não mencionados acima, acesse os links abaixo.

Fontes:

Wikipédia

Viajali

Álbum de viagens

ZAP

Cntraveler

annees-de-pelerinage.com

Costa Cruzeiros

Noruega

Bergen

Foto: wikiway

Com aproximadamente 250.000 habitantes, Bergen, ou Berga (historicamente Bjørgvin), é a segunda maior cidade da Noruega. Considerada a cidade mais bela do país, está cercada por sete montanhas – conhecidas como syv fjell – o que lhe confere uma bela paisagem, mas também altos índices de precipitação, já que as montanhas servem como barreira natural para as nuvens (chove quase todos os dias).

Foto: Hugo Medeiros

Fundada em 1070 pelo rei Olaf III, Bergen sempre foi uma cidade próspera, devido principalmente à sua posição geográfica, o que a transformou em importante centro comercial. Foi capital da Noruega até 1299, quando foi substituída por Oslo, mas até a década de 1830 continuou a ser a maior cidade norueguesa. Hoje é um dos principais centros de petróleo e gás offshore na Noruega.

Foto: Mommyshorts.com

Entre 1350 e 1750 pertenceu à Liga Hanseática ( uma aliança de cidades mercantis – alemãs ou de influência alemã – que estabeleceu e manteve um monopólio comercial sobre quase todo o norte da Europa e Báltico entre o fim da Idade Média e início da Idade Moderna). Formalmente, a Hansa durou até 1669, mas o escritório em Bergen finalmente foi fechado em 1764 – e a última casa alemã foi vendida para uma família norueguesa.

Foto: Bergen Tourist Board
Bryggen

Principal atrativo turístico da cidade, a área conhecida como Bryggen, no centro da cidade, relembra os tempos em que Bergen pertenceu à Liga Hanseática. Bryggen (cais em norueguês) é uma sequência de casas de madeira hoje ocupadas por restaurantes, cafés, lojas de souvenir e alguns museus. Por trás das fachadas luminosas de dezesseis casas medievais, há um labirinto real de dependências que antes serviam como armazéns. Desde 1979 a região é reconhecida como Patrimônio Mundial Cultural da UNESCO.

Foto: Bergen Tourist Board
Gamle Bergen

Por ter a maioria de suas casas construídas com madeira, a cidade sofreu com vários incêndios ao longo de sua existência. Atualmente, apenas 1/4 das construções não foram reconstruídas após algum dos incêndios.

Foto: Nina Aldin Thune
Museu Hanseático

Museu Hanseático

O Museu Hansa (1872) foi inaugurado no antigo escritório hanseático de Finnegarden e é um excelente exemplo de arquitetura e vida do início do período hanseático. As instalações do museu são escuras e apertadas, com pequenas janelas e lembram um porão de navio. De particular interesse é a coleção de selos de cidades hanseáticas com símbolos de navios da época.

Foto: Per Molvik
Museu Bryggen

Museu Bryggen

No Museu Bryggen (Museu Bryggens) encontram-se os achados arqueológicos de Bergen no período medieval. Lá estão muitas peças que foram achadas durante anos de escavações.

Foto: Thinkstock
Vista do Monte Fløyen

Monte Fløyen

De lá é possível ter uma vista privilegiada de toda a cidade. A subida pode ser feita utilizando o funicular (saídas a cada 30 minutos), ou até mesmo pode ser feita a pé (3 km).

Foto: Terje Rakke – visitbergen.com

Fisktorget (Mercado de Peixe)

O Mercado de Peixe é um local frequentado tando por locais quanto por turistas. Perdendo apenas para a China, a Noruega é a segunda maior exportadora de peixes do mundo. No Mercado de Peixes é possível degustar diversos pratos típicos, principalmente a carne de baleia.

Foto: Torbjørn Wilhelmsen
Gamble Bergen

Gamle Bergen (ou a Velha Bergen)

A Velha Bergen é um museu a céu aberto onde é possível vivenciar como era a vida por ali no século XIX. São aproximadamente 50 casas de madeira dos séculos XVIII, XIX e XX que foram dispostas por lá para compor o cenário. O museu é interativo, lá é possível espiar pelas janelas, abrir portas e caminhar pelo interior das casas. Há atores vestidos com roupas de época simulando como era a vida na comunidade naquela época. Para chegar até lá basta pegar um ônibus na frente dos armazéns coloridos de Bryggen e descer no ponto chamado Nyhavnsveien.

Foto: Tove Breistein

Porta de entrada para os Fiordes

Bergen oferece uma ótima oportunidade para quem deseja conhecer um fiorde, que é uma grande entrada de mar entre altas montanhas rochosas (a Noruega é o país que mais possui fiordes). Os fiordes do entorno, principalmente Hardangerfjorden e Sognefjorden, apresentam lindas paisagens salpicadas com propriedades rurais, campos floridos e penhascos verticais mergulhando nas águas geladas. Muitos barcos partem diariamente rumo aos fiordes (verificar disponibilidade a partir de setembro).

Foto: www.best-served.co.uk/
Sognefjorden

Curiosidade

Reza a lenda, que os Trolls eram pequenas criaturas estranhas que viviam nas montanhas e nos mares, no norte da Noruega. Eram semelhantes aos humanos, mas tinham cabelos desgrenhados, rabo, apenas quatro dedos e um narigão enorme. Só era possível encontrá-los à noite, pois eles não suportavam a luz. Caso não regressassem aos seus esconderijos antes do amanhecer viravam pedra. Eles eram dotados de poderes especiais e podiam se transformar em lindas mulheres. Quando enfurecidos tinham uma cólera que não conhecia limites. Para agradá-los os camponeses ofereciam pratos de comida, especialmente, na noite de Natal. Até os dias de hoje, dizem que é preciso estar de bem com os Trolls para não correr o risco de se deparar com sua fúria. Afinal, muitas das montanhas noruegueses formadas por rochas talvez sejam Trolls que não conseguiram romper a luz do dia e viraram pedra. (Fonte: Claudia Liechavicius – www.viajarpelomundo.com/ )

Foto: Claudia Liechavicius
Troll

Como chegar?

De avião:
  • O principal local de desembarque é o Aeroporto Internacional de Bergen, que encontra-se a cerca de 17 quilômetros do centro da cidade.
  • O ônibus do aeroporto oferece várias saídas com destino ao centro da cidade e cobre o trajeto em cerca de 30 a 40 minutos. Os ônibus saem a cada 15 minutos entre 6h e 23h, com horários mais esparsos nos demais horários. Também há a opção de ir até a cidade de taxi.
De trem:
  • A viagem de trem entre Bergen e Oslo foi reconhecida por muitos como a mais bela viagem de trem do mundo.
  • O trem com destino a Oslo conta com vários embarques diários e a viagem, que atravessa as montanhas, tem duração aproximada de 7-8 horas.
De ônibus:
  • Bergen é centro regional para a rede de transporte rodoviário.
  • Muitos ônibus expressos, com origem em várias partes da Noruega, oferecem linhas com destino à Bergen.
De barco:
  • A empresa Fjord Line opera balsas a partir de Hirtshals, na Dinamarca.
  • Barcos velozes e modernos cruzam a costa e adentram os fiordes.
  • Bergen é o ancoradouro final do navio Hurtigruten, A Viagem Costeira da Noruega, e o navio embarca todas as noites em sua jornada de 11 dias rumo norte.
Foto: Elias Dahlen
Interior de Bryggen
Brasil, Minas Gerais

Santuário do Caraça (Catas Altas)

Tombado pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e localizado no município de Catas Altas (e a 120 quilômetros de Belo Horizonte), esse antigo colégio abriga hoje um museu onde estão expostas peças raras do período colonial.

Foto: Lúcia Sebe/Secom MG

Inserido na Serra do Espinhaço, o Parque do Caraça recebe tanto turistas religiosos, quanto turistas em busca de ecoturismo. Suas principais atrações são as cachoeiras Cascatinha e Cascatão, o Cruzeiro, a Capelinha, a Gruta do Centenário, além de diversas trilhas que levam aos inúmeros picos presentes na região.

Foto: Gisele Rocha

O Santuário conta também com ruínas em sua parte central. Ruínas essas resultantes de um incêndio ocorrido em 1968, levando ao fechamento do Colégio. O prédio foi restaurado em 2002, mas ainda conserva sua estrutura original.

Para aqueles mais destemidos, há várias tumbas no local, e ali estão enterrados vários padres e estudantes…

Foto: Eugenio Savio

O Santuário oferece acomodação, que não é das mais requintadas, mas é uma ótima opção para vivenciar o modo como os nossos ancestrais dormiam, com um pouco mais de conforto, claro! A pousada possui 41 apartamentos e 8 quartos com banheiros externos, além de algumas casas, com acomodações mais simples, para a hospedagem de até 200 pessoas. Suas diárias são com pensão completa, isto é, com direito a café da manhã, almoço e jantar, além da entrada na Reserva Natural.

Foto: Complexo do Caraça

Dormindo por lá é possível presenciar um dos maiores atrativos do local, já que este ocorre no cair da tarde, quando o padre alimenta os lobos-guarás. O ritual acontece desde o início da década de 80 e, portanto, os lobos já estão acostumados com a presença dos turistas e sempre aparecem para comer pedaços de carnes e ossos.

Foto: Lauro Palú

Curiosidades:

  • O nome oficial do complexo é o Santuário de Nossa Senhora Mãe dos Homens, mas o Caraça tem esse apelido devido à forma que tem parte da serra, que lembra o rosto de um gigante deitado.
  • As águas das cachoeiras são extremamente ferruginosas, por isso da coloração escura.
  • O disco de Milton Nascimento, Missa dos Quilombos, foi gravado ao vivo, em março de 1982, nas dependências da Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens.
  • As missas são celebradas todas as noites para os hóspedes e no domingo de manhã para os visitantes.
  • A sede abre todos os dias, das 8h às 17h. O museu funciona de segunda a sexta, sob reserva, e sábado e domingo, das 9h às 11h40 e das 13h às 16h45. Ligue antes para confirmar, os horários podem mudar.
Foto: Eduardo Loureiro
Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens

Como chegar?

De ônibus:

Pegue um ônibus até a cidade de Santa Bárbara ou Catas Altas, e a partir daí é preciso ir de táxi (30 km). Também há opções de passeios guiados.

De carro:

Quem chega de Belo Horizonte pela BR-381 deve pegar a saída para Santa Bárbara à direita – a estrada para o parque (19 km) começa 5 km depois de Barão de Cocais. De Santa Bárbara, são 7 km até a estrada do parque, no sentido da BR-381.

De trem:

Chegue até a Estação Dois Irmãos, em Barão de Cocais, e a partir daí serão mais 25 km de táxi até lá.

Foto: Jean Yves Donnard

Visitar o Caraça é como se imaginar dando uma volta pelo século XIX, seja para turistas religiosos, culturais ou ecoturistas.

Para mais informações visite o site: http://www.santuariodocaraca.com.br

Serra que deu nome ao local